quarta-feira, 1 de julho de 2015

FINAL DO SEMESTRE E RECUPERAÇÕES


“No entanto, qualquer que seja o ponto a que tenhamos chegado, 
continuemos na mesma direção”. (Fil 3,16)



Lavras, 01 de julho de 2015.

Prezados pais ou responsáveis

É com muita alegria que vamos encerrando este 1º semestre, marcado por incansáveis buscas de recursos e perspectivas educacionais que tornem a aprendizagem mais humanizada e significativa. Sabemos que por mais que estejamos na direção certa, precisamos almejar novos horizontes, voos mais ousados. É nessa perspectiva, focados na formação de cada aluno e no sucesso do grupo como um todo, que vimos comunicar-lhes a programação da Recuperação Semestral, que tem por objetivo proporcionar aos alunos maior contato com os conteúdos estudados, a fim de que a aprendizagem aconteça sólida e eficazmente.
Sobre o término do Semestre Letivo, este se dará no dia 15 deste mês, quarta-feira. O recesso escolar se iniciará dia 16, quinta-feira. Nos dias 14 e 15, teremos aulas somente até o recreio, pois, nos últimos períodos realizaremos Reunião do Conselho de Classe. O início do 2º Semestre será dia 03 de agosto, segunda-feira, com aulas normais.
Sobre a divulgação das notas bimestrais, faz-se saber: os boletins estarão disponíveis na Secretaria Escolar e no site do Colégio a partir do dia 16, quinta-feira.
Quanto ao Programa de Recuperação, orienta-se:
- cada bimestre tem valor 25 pontos. Logicamente, o semestre vale 50. Logo, se a média bimestral é 15 pontos, a média semestral é 30;
- o aluno que na somatória dos dois primeiros bimestres obtiver nota menor que 30 pontos em quantas e quaisquer disciplinas, terá direito a fazer Recuperação, sendo um trabalho com valor 15 pontos e uma prova com valor 35;
- ao identificar no boletim que ficou com nota abaixo de 30 pontos, o aluno deverá realizar o Trabalho de Recuperação que será postado no site do Colégio ainda no dia 07 deste mês. O Trabalho deverá ser entregue no ato da realização da Prova de Recuperação que acontecerá na segunda semana de agosto, com dia e horário específico a ser divulgado na primeira semana daquele mês;
- a matéria da Prova de Recuperação será a mesma do Trabalho. Logo, ao realizá-lo com esmero, o aluno estará automaticamente se preparando para a Prova.
- só será permitido ao aluno realizar a Prova de Recuperação se este entregar o seu Trabalho devidamente realizado, pontualmente no ato da Prova. Para a Recuperação não haverá segunda chamada;
- a nota alcançada no trabalho e na prova somada à do semestre, dividida por 2, dará a Nota Final da Recuperação;
- a nota que prevalecerá no fechamento do semestre será a maior. Isso significa que: se a Nota Final da Recuperação for menor que a do semestre, a da Recuperação será desconsiderada;
- se na Nota Final da Recuperação o aluno obtiver mais que 30 pontos, constará no boletim somente a nota recuperada, ou seja, 30 pontos. Nunca mais que isso;
- caso o aluno não recupere os pontos agora, no final do ano o aluno poderá fazer outra Recuperação, no caso a Recuperação Final, no valor 100 pontos. Porém, só é permitido realizá-la somente em três disciplinas, pois, uma quarta caracterizará reprovação automática.
Desde já desejamos a todos um final de semestre produtivo e um recesso escolar agradável. Obrigado.


Lucas dos Santos Carvalho

Coordenador Pedagógico

PROVAS BIMESTRAIS - 2º BIMESTRE DE 2015




quinta-feira, 19 de março de 2015

Educar com atitude

Precisamos pensar no tipo de educação que temos proporcionado aos mais novos e naquela que idealizamos, que queremos e que, inclusive, cobramos deles. Hoje, vamos refletir sobre como acontecimentos do cotidiano têm interferido na formação de nossos filhos, alunos, netos etc. Como gosto de fazer, vou partir de alguns exemplos da vida real.


Outro dia, presenciei uma cena envolvendo dois motoristas, um deles com uma criança – provavelmente filho – de aproximadamente nove anos. Uma motorista idosa estava com dificuldades para atravessar um cruzamento sem semáforo. Atrás dela, um homem buzinava insistentemente. Alguns segundos foram suficientes para ele perder a paciência e fazer uma manobra brusca para sair de trás do carro da senhora. Não contente, abriu sua janela e vociferou: “Deveria ser proibido velha dirigir!”. O garoto, que estava no banco traseiro, também abriu a janela e gritou palavras desrespeitosas em direção à senhora. As outras situações me foram contadas por mães: a primeira tem um filho de seis anos e a outra, uma filha no último ano do Ensino Médio. As duas ficaram preocupadas com o próprio comportamento depois de ouvirem seus filhos.
O garotinho, que não queria aceitar as ordens da mãe, dirigiu a ela um “palavrão” em alto e bom som. A mãe ficou alguns segundos perplexa e perguntou-lhe com quem ele tinha aprendido aquela expressão. A resposta foi imediata: “Com você e com meu pai”.
No terceiro caso, a filha contou, ao chegar da escola, que havia presenciado uma briga violenta entre colegas em razão da escolha de candidatos nas últimas eleições. A mãe disse que falou a ela sobre respeito, tolerância, diversidade etc., e ouviu da filha: “É, mas, nos seus posts do Facebook, você diz coisas parecidas com as que meu colega disse e que provocaram a briga”.
Já sabemos que, em pleno século 21, não são apenas família e escola que educam: todas as mídias, peças publicitárias, estilos de vida urbana, comportamento no trânsito etc. influenciam fortemente a formação de crianças e jovens que, como sempre, percebem e identificam todas as questões envolvidas em um fato aparentemente simples.
Queremos que nossos filhos cresçam e alcancem a maturidade. No entanto, nem sempre temos sido capazes de controlar nossos comportamentos e de demonstrar o que a vida adulta exige.
Temos, por exemplo, demonstrado dificuldades em administrar nossos impulsos agressivos e narcisistas: temos expressado ideias – por escrito ou oralmente – de modo intempestivo e violento, temos apontado que a história é única e é aquela que sabemos e contamos; que o importante é ganhar sempre, que perder admite qualquer tipo de comportamento; e que falar é sempre mais valioso do que escutar, refletir e reconsiderar, entre outras coisas.
Não somos, nem devemos querer ser, perfeitos para os mais novos. Mas podemos e devemos mostrar maturidade: contenção, reconhecimento e respeito às diferenças, controle na expressão de nossos preconceitos e impulsos de todos os tipos.
Agora é a hora de nos perguntarmos: como queremos que nossos filhos sejam educados? Nossas atitudes é que dirão.
Rosely Sayão – Psicóloga
Texto adaptado.